MAGAZINE SOUJAR
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Antiga Varig promove leilão de bens pós-falência
Antiga Varig promove leilão de bens pós-falência
O Flex Communication Center (FCC), que compreende as estações de rádio da companhia aérea, está avaliado em aproximadamente R$ 1 milhão e será o primeiro item da massa falida leiloado. De acordo com o sócio do escritório Nogueira, Simão & Bragança, Fábio Nogueira, que assessora a empresa, os leilões deverão ser realizados ao longo dos próximos anos, resultando em um ativo de cerca de R$ 300 milhões.
De acordo com o advogado, este processo não será imediato e dependerá de resolução da Justiça. O escritório, que também cuida da falência da empresa, trabalha em outras frentes para quitar os débitos junto aos credores. Segundo Nogueira, cerca de 30% da dívida da empresa pode ser contestada e a banca já conseguiu a anulação de aproximadamente R$ 800 milhões que eram reclamados pela Receita Federal.
O FCC, unidade de negócios especializada em serviços de radiotelecomunicações para a indústria aeronáutica, permaneceu em funcionamento mesmo depois da falência da antiga Varig. Companhias aéreas como Tam, Gol, Azul Webjet e Trip estão entre seus clientes. Capacitado para operar como prestador de serviços de tráfego aéreo, o FCC conta com bases em aeroportos nas cidades de Santo Ângelo (RS), Passo Fundo (RS), Caxias do Sul (RS), Chapecó (SC) e Cascavél (PR) – todas categoria A –, além da estação de rádio do Rio de Janeiro, categoria B, que promove facilidades de transmissão de mensagens administrativas.
Até o final do ano está previsto também o leilão do centro de treinamento de aeronautas da empresa, que está entre os maiores da América Latina. A unidade destaca-se por sua estrutura e sua localização estratégica, já que fica próxima ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. O centro é utilizado por outras companhias aéreas para treinamentos, cursos e simulações de voos. Suas atividades também foram mantidas após o processo de falência, a fim de evitar a desvalorização dos ativos e prejuízos a terceiros e aos usuários de transporte aéreo.
Revista Consultor Jurídico, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O DESMANCHE DA VASP
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
VARIG de 787 Dreamliner?
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| Montagem de Breno Aviação |
Em meio a notícia da aquisição da Webjet, surge uma nota que a GOL estaria avaliando reativar de vez a marca Varig para relançar suas operações de longo curso. A informação foi veículada pela "Istoé Independente" na semana passada. De quebra, a GOL traria os modernos Boeing 787 para relançar as operações da Varig no exterior. Quem se lembra, alguns anos atrás havia fortes boatos no mercado que a GOL havia de fato reservado alguns slots de entrega do 787. Mais, a notícia veiculada na Istoé coincide com o cancelamento do pedido de 8 Dreamliners da Gulf Air anunciado na semana retrasada. Será que veremos o Dreamliner voando por alguma companhia aérea local? Melhor, nas cores da Varig? Só o tempo dirá..."
Segundo a Administração da GOL, a marca VARIG tem reconhecimento internacional e um bom valor de mercado e, por isso mesmo, seria mantida. A pretensão, entretanto, de utilizar a marca VARIG em voos internacionais foi descartada. A GOL irá utilizar sua própria marca e já comprovou isso iniciando as rotas para Miami e Nova Iorque, no 2º semestre de 2012, utilizando alguns Boeing 737.800 da própria empresa, modificados, com classe executiva e econômica. Os B-787 também não virão. A GOL optou por adquirir os novos Boeing 737 MAX 8 (que serão recebidos a partir de 2018) e manter a padronização da frota.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
O 747-400 na Varig

O maior jato comercial fabricado até então pela Boeing, operou na Varig entre os anos de 1991 e 1994. Matriculados PP-VPG, VPH e VPI, os três aparelhos Boeing 747-400 eram da versão mais moderna do famoso quadrimotor e traziam uma grande vantagem de performance em relação às versões anteriores. Para se ter uma idéia, este modelo era 24 toneladas mais leve que a versão 300, graças ao uso de materiais mais leves como ligas de carbono e kevlar e apresentava diversos progressos em tecnologia de cabine e conforto dos passageiros, além de oferecer um alcance maior com o uso de turbinas mais modernas, gerando custos operacionais mais baixos, com maior flexibilidade. Na Varig, o grande jato foi configurado para transportar 403 passageiros em três classes distintas e foi colocado, inicialmente, na rota do Brasil para Londres e Copenhagen. Com a chegada do segundo aparelho, a companhia gaúcha iniciou a rota até Hong Kong, com escalas na África e na Tailândia. O Boeing 747-400 também operou na rota para a Itália e Alemanha e na América do Sul, entre o Rio de

Janeiro e Buenos Aires. Posteriormente, o terceiro 400 foi utilizado para cobrir a rota entre o Brasil e o Japão, pousando nas cidades de Tóquio e Nagóia. Entretanto, no começo de 1994, a Varig enfrentava um rápido aumento nos seus gastos mensais e já havia iniciado um programa de enxugamento de despesas e entre as medidas anunciadas, vários contratos de leasing de aeronaves seriam revistos. O custo mensal de leasing do Boeing 747-400 era bastante elevado para a época, chegando a ser de até US$ 700 mil por avião e a Varig, em nome do programa de redução de custos, optou pela suspensão de algumas rotas deficitárias e pela devolução de alguns jatos de grande porte, entre eles o Boeing 747-400. Com a retirada de operação desses aparelhos até o final daquele ano, dois deles foram destinados para a empresa aérea Air New Zealand (PP-VPH/I) e um para a companhia Garuda Indonesian Airways (PP-VPG). Os substitutos nas rotas operadas pelo modelo foram o Boeing 747-300 e o MD-11.
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