MAGAZINE SOUJAR

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

CVC DE CONFINS PARA PUNTA CANA E CANCUN EM 767 VARIG


Fotos CNF ao vivo por Skyliner
 De olho na alta temporada de verão 2010/2011, a base regional da CVC em Minas Gerais (BH) acaba de lançar uma programação inédita para o Caribe, especialmente para atender à crescente demanda na região por pacotes rumo a paraísos naturais. A partir do mês de dezembro, a operadora terá voos exclusivos para Cancún e Punta Cana, com saídas diretas de BH rumo a esses dois grandes destinos caribenhos, que abrigam belezas paradisíacas: mar azul, além de sol e verão intenso, combinação muito apreciada pelos turistas mineiros.

Em parceria com a companhia aérea GOL, os vôos terão saídas semanais diretamente do Aeroporto Internacional Tancredo Neves/Confins. Com destino a Punta Cana, a operação compartilhada da CVC com a Gol acontecerá entre 9 de dezembro de 2010 e 24 de fevereiro de 2011. Já rumo a Cancun, os vôos diretos serão realizados no período de 21 de dezembro de 2010 a 25 de janeiro de 2011.

Ao todo, a CVC Minas Gerais terá cerca de 2.300 lugares em bloqueios garantidos nesses dois destinos, cujos pacotes já estão disponíveis para vendas junto aos agentes de viagens multimarcas e fidelizados CVC em todo o Estado mineiro. “Essas novidades visam atender nossos clientes e agentes de viagem parceiros, que anseiam cada vez mais por produtos e serviços regionalizados. Por isso, estamos oferecendo mais essa facilidade, que é uma espécie de ponte aérea entre Belo Horizonte e o Caribe”, explica Edgar Toledo, representante e gerente geral da CVC para o Estado de Minas Gerais.

Com essa novidade, a CVC Minas passa a oferecer uma programação com roteiros bastante atrativos para o Caribe. Uma viagem de sete noites de duração para Punta Cana, por exemplo, custa a partir de 8x de R$ 414 por pessoa, considerando o dólar a R$ 1,86 e o preço total da viagem em US$ 1.778 por pessoa. O roteiro inclui bilhetes aéreos de ida e volta, traslados aeroporto/hotel/aeroporto, sete noites de hospedagem em apartamento duplo com sistema de alimentação “tudo incluído” e, ainda, seguro de viagem internacional.

Para outras informações, os agentes de viagem de Minas Gerais devem entrar em contato com a Filial de Atendimento às Agências, no telefone (31) 3280-6888.

Confira os pacotes da CVC para Punta Cana e Cancun com saídas diretas de Belo Horizonte:




Punta Cana – 7 noites


Saídas semanais de Belo Horizonte (quintas-feiras) entre 09/12/2010 e 24/02/2011


Voando GOL


Inclui: tickets de ida e volta, traslado aeroporto/hotel/aeroporto, sete noites de hospedagem no Be Live Punta Cana Hotel, em apartamento duplo com sistema “tudo incluído”, seguro de viagem internacional.


*A partir de US$ 1.778 – em até 8x sem juros (preço por pessoa)






Cancun – 7 noites


Saídas semanais de Belo Horizonte (terças-feiras) entre 21/12/2010 e 25/01/2011


Voando GOL


Inclui:tickets de ida e volta, traslado aeroporto/hotel/aeroporto, sete noites de hospedagem no Cancun Caribe Park Royal Grand Hotel, em apartamento duplo com sistema “tudo incluído”, seguro de viagem internacional.


*A partir de US$ 2.178 – em até 8x sem juros (preço por pessoa)






*A oferta de lugares é limitada. Preços, datas de saída e condições de pagamento estão sujeitos a reajuste e mudanças sem prévio aviso. Taxas de embarque não estão incluídas.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

PUBLICIDADE NOS AVIÔES DA VARIG

Publicidade nos aviões do Grupo Varig"



Uma das alternativas utilizadas na aviação comercial atual para incrementar o faturamento das empresas é disponibilizar espaço publicitário nas aeronaves. Esta prática muito difundida pelo mundo e que teve uma tímida introdução no Brasil no começo dos anos 80 através da empresa Vasp, e que depois foi amplamente utilizada em suas variações pela TAM na década seguinte, sendo destaque em outra matéria presente em nossa página eletrônica, está centralizada praticamente nos últimos anos nos aviões do Grupo Varig. Com a introdução de novos métodos de aplicação de película adesiva com a marca do anunciante, que não provocam perda de tempo no hangar para a tradicional pintura das aeronaves e que podem ser ajustados de forma a não interferir
na imagem padrão da companhia aérea, tornam esta ferramenta de marketing extremamente útil para os operadores e empresas que desejam atingir seus consumidores. Coube a Nordeste ser a primeira empresa do Grupo Varig a exibir em um Boeing 737-500, as marcas do jornal Gazeta Mercantil em 2001. Posteriormente, foram apresentados outros jatos da empresa baiana adesivados com as marcas da BR Aviation, Turma da Mônica e o jornal Valor Econômico. Neste meio tempo, a coligada Rio Sul foi escolhida para apresentar ao público as novidades da Renault, dispondo de quatro jatos 737-500 especialmente adesivados na seção traseira da fuselagem com os novos modelos automotivos e equipe de competição da marca francesa. Logo em seguida, foram apresentados aos consumidores dois outros jatos Boeing 737-300 da empresa, caracterizados com a chamada da Telesp Celular. Este anunciante aproveitou para contratar outros dois jatos semelhantes da Varig, que também receberam adesivos com os apelos desta operadora de telefonia e internet móvel. Mais tarde, um outro jato deste modelo exibiu uma chamada do complexo Beach Park, localizado no
Estado do Ceará, e mais recentemente, um Boeing 737-300 da empresa gaúcha foi apresentado com um visual muito convidativo dos chocolates da marca Kopenhagen. Por outro lado, uma outra forma de utilização deste tipo de marketing e que não envolve ganho financeiro e sim de imagem, é o uso desta ferramenta em ações institucionais da própria empresa e que no caso da Varig, já comemoraram os 75 anos da companhia aérea (aplicado em Boeing 737-300 e 777-200), assim como os 500 anos de descobrimento do Brasil (aplicado em Boeing 767-300). Um outro layout foi criado para a cidade de São Paulo ao se completar 450 anos de fundação desta (aplicado em Boeing 737-300), enquanto outros três jatos semelhantes voavam adesivados com frases para a passagem de ano e até mesmo o futebol brasileiro foi agraciado com imagens criadas especialmente para a seleção e aplicadas em um DC-10-30 (1994), MD-11 e Boeing 737-300 (1998) e novamente 737-300 e Boeing 767-300 (2002). Os jogos olímpicos também foram homenageados através de um stiker aplicado em vários jatos Boeing 737-200/300 e um 767-300 (1996). Por fim, a coligada Rio Sul também usou este expediente para divulgar a maior distância entre poltronas nos seus jatos Boeing 737-700, divulgando uma fita métrica enrolada na fuselagem de um dos jatos e agora, o conhecido
 jingle dos comerciais da Varig está impresso na lateral de outro jato 737-700 da Rio Sul. Essas ações institucionais também podem ser observadas na aviação em nível global, como no caso da Star Alliance, onde pelos um avião de cada empresa integrante aplica e divulga a marca da associação internacional. No Brasil, a Varig já teve dois jatos MD-11 e três Boeing 767 voando nestas condições.

SERÁ A BOLA DA VEZ?

Após cancelar mais de 50% dos voos de hoje até meio-dia, a Webjet emitiu um comunicado oficial para explicar o ocorrido. Segundo a companhia, os cancelamentos foram motivados por fatores como o crescimento da demanda de passageiros em setembro e o cumprimento da lei nº 7.183, que obrigou a aérea a reduzir o número de voos desta semana.


Aeronave da WEBJET em Confins ainda no esquema antigo
COMUNICADO DA WEB JET
“Em função da sua política de preços competitivos, a Webjet vem crescendo expressivamente nos últimos meses. Em virtude disso, tem contratado novos profissionais para atender essa alta da demanda. Neste momento, a título de exemplo, estão sendo treinados 64 novos co-pilotos e 85 comissários, que estarão em atividade a partir de outubro. Nos últimos três meses, portanto, foram incorporados 149 novos colaboradores à tripulação da Webjet.

O forte crescimento dessa demanda em setembro levou a empresa a remanejar passageiros por meio de contatos antecipados via call center. Vale destacar que 90% deles foram avisados previamente, evitando deslocamentos desnecessários até os aeroportos. Ainda assim, a companhia foi obrigada a reduzir o número de voos na última semana de setembro para cumprir a lei nº 7.183, que regula os limites de trabalho dos aeronautas.
A soma desses fatores provocou problemas localizados em alguns aeroportos nesta segunda-feira. Para solucionar essa situação cinco medidas estão sendo tomadas:
1ª) Reacomodação dos passageiros em voos da própria Webjet;

2ª) Reacomodação em voos de outras companhias aéreas;

3ª) Isenção total das taxas de remarcação normalmente aplicadas;

4ª) Reembolso das tarifas pagas pelas passagens;

5ª) Fretamento de aeronaves.
Todas essas medidas estão em conformidade com a Resolução 141 da Anac.”

sábado, 11 de setembro de 2010

VELHA VARIG AINDA RESPIRA

A falência da velha Varig (atual Flex), decretada há menos de um mês, foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A Corte, ao analisar um recurso da Fundação Ruben Berta - controladora da empresa, com 87% dos papéis da Flex -, concedeu o que juridicamente se chama de efeito suspensivo à falência, até que o mérito do pedido que contesta a quebra seja julgado. Na prática, a companhia aérea volta ao status de empresa em recuperação judicial, pois o próprio tribunal já havia suspendido o encerramento da recuperação, determinado em setembro do ano passado pela primeira instância da Justiça do Rio.


Além desse recurso, o TJ-RJ recebeu um outro agravo que contesta a falência, de autoria do presidente da Associação dos Pilotos da Varig, Elnio Borges Malheiros, também credor da companhia. Nos dois casos, as partes apontam irregularidades, tanto na recuperação quanto na falência. Mas o principal argumento para tentar anular a quebra seria o de que o administrador judicial não teria poderes para requerer a autofalência. Segundo o advogado que representa o presidente da associação, Otávio Neves, do escritório Bezerra, Neves e Costa Advogados, somente a assembleia-geral de acionistas da empresa teria poder para decidir pelo pedido judicial de falência.

Neves afirma que a ideia dos recursos é buscar a regularização do processo da Varig, que estaria repleto de questões "surreais" e que passaram em meio ao turbilhão da recuperação judicial. O segundo passo seria buscar o ressarcimento pelos prejuízos causados pelo próprio processo de recuperação. Segundo ele, o relatório do administrador judicial que deu causa à falência informa que a dívida inicial da Varig seria de R$ 8 bilhões e hoje estaria em cerca de R$ 17 bilhões. Além disso, o relatório, dentre outros pontos, noticia que os balanços patrimoniais dos exercícios de 2006 a 2009 da empresa não foram encerrados, por falta de documentação. Também informa que os relatórios necessários à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nunca foram encaminhados à autarquia.

O presidente do Conselho Curador da Fundação Ruben Berta, Osvaldo Cesar Curi de Souza, afirma que a entidade não concorda com a falência por entender que sequer houve recuperação na companhia. "A empresa não tem balanço, não há informação econômica adequada", diz ele, acrescentando que é necessário se ter essas informações. A partir das decisões do Tribunal de Justiça, segundo ele, a Fundação decidirá quais outras medidas tomará.

A falência da Flex e de duas outras empresas do grupo - Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas - foi decretada em agosto pela juíza Márcia Cunha de Carvalho, em exercício na 1ª Vara Empresarial do Rio. Segundo a Justiça fluminense, a decisão foi tomada em razão de pedido do próprio administrador e gestor judicial, que informou que as companhias em recuperação desde 2005 não teriam como quitar seus débitos. A Varig velha, primeira companhia a pedir recuperação judicial no país, saiu do procedimento por decisão do Judiciário, em setembro do ano passado, sem ter solucionado suas dívidas.

domingo, 5 de setembro de 2010

O ABANDONO DO PATRIMÔNIO DA VASP


O QUE RESTOU DA VASP

O saudades da varig consguiu registrar em Maceió um pouco do que foi a VASP - Viação Aérea São Paulo.
Trata-se de um dos prédios a ser leiloado para pagamento de dívidas que abrigou uma agência da VASP e da VASPEX.
A VASP foi a empresa que mais teve rotas de e para Maceió, sua falência trouxe muitos prejuízos para o turismo e progresso de Alagoas.
Outdoor com fone da Central de Reservas da VASP

Placa da VASP da época que ainda era dona da LAB - Loyd Aero Boliviano

Vista frontal da agência da VASP

Av. na Ponta Verde onde se encontrava a VASP

Placa com os horários de atendimento da Agência


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A LENDÁRIA PINTURA DA VARIG


A LENDÁRIA PINTURA DA VARIG PERMANECEU EM ALGUMAS AERONAVES ATÉ O FINAL DOS ANOS 90. NA FOTO ACIMA O BOEING 767.341ER (PP-VOI), NO AEROPORTO DE BARAJAS (MADRI), EM 08 DE SETEMBRO DE 1995.


Na década de 70, chegaram os primeiros jatos 727-100, 737-200 e DC-10-30, que foram introduzidos nas rotas intercontinentais da empresa. Já na década de 80 recebeu seus primeiros 747-200 que primeiramente foram colocados nas rotas para Nova Iorque, Los Angeles e Tóquio. A Varig foi a única companhia aérea brasileira a operar o Jumbo.
Nos anos 90 a empresa começou a adquirir novas aeronaves, como os Boeing 737-300, 767-200ER, 767-300ER e MD-11, para substituir os modelos mais antigos, como os Electras II da ponte aérea, os 727-100 e os quadrirreatores 707. Nesta época a empresa lança suas novas rotas: Orlando, Washington, Atlanta, Hong Kong e Bangcoc.

BOEING 737.800 (SÉRIE 8EHW), PREFIXO PP-VBF, FABRICADO EM 2008, AQUI FOTOGRAFADO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA EM 11.04.2010 (CRÉDITO FOTO: FERNANDO TOSCANO)


Entre 2005 a VARIG transportou 13.268.869 passageiros, obtendo a 2ª posição no período, no Brasil, caindo para 3º em 2006. Ainda em 2005 a empresa voou 275.484 horas em 196.263.251 quilômetros à média de 712 km/hora. A empresa, agora controlada pela GOL, cancelou, no início de 2008, suas rotas para Londres, Roma e Frankfurt e planeja, em breve, cancelar também as para Paris, Madri e Cidade do México, se concentrando seus esforços na América do Sul e rotas internas já que os vôos transcontinentais não estavam lucrativos e ainda há o risco da liberação das tarifas, o que diminuiria a margem das empresas principalmente em função com as grandes concorrentes européias (Ibéria, British Airways, Air France, Alitália, KLM, Lufthansa, TAP Air Portugal, etc).

A VARIG HOJE:

A VRG Linhas Aéreas S.A., que opera a marca VARIG, foi adquirida em abril de 2007 pela GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (GLAI), holding controladora da GOL Transportes Aéreos. Em 2008, ainda operando separadamente e apenas em rotas no Brasil e América do Sul, a empresa obteve bons números: 20 aeronaves (01 Boeing 767.300, 10 Boeing 737.800 e 09 Boeing 737.700), 164.755 horas voadas, 104.906.362 quilômetros voados - a uma velocidade média de 637 km/h, 8.717.299 passageiros transportados, 188.565.999 toneladas quilômetros de carga transportada e 103.457 voos realizados, se consolidando como a 3ª maior empresa brasileira naquele ano. Até 15 de junho de 2010 a companhia já contava com mais 03 Boeing 767.300, totalizando 23 aeronaves (04 B767.300, 01 B767200, 09 B737.800 e 09 B737.700). A GOL vem utilizando seus Boeing 767 em voos internacionais para o Caribe (veja mais detalhes sobre a VARIG no texto sobre a GOL).

O BOEING 737.800 (SÉRIE 8ASW), PREFIXO PR-VBC, ENTROU EM SERVIÇO NA EMPRESA EM 10.11.2007 - AQUI FOTOGRAFADO, EM ARACAJU (SE), EM 14.03.2010, POR FERNANDO TOSCANO (PORTAL BRASIL).