MAGAZINE SOUJAR

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"O Brasil ainda não pagou até hoje a conta pela falência da Varig



Por: Luiz Marcos Fernandes
Fonte: Blog Rodrigo Varig


Fernando Pinto, Atual Presidente da TAP
e ex-Presidente da VARIG.

Depois de 12 anos no cargo, que serão completados em outubro deste ano, o engenheiro Fernando Pinto, presidente da Tap - maior aérea portuguesa - aguarda a privatização da companhia para encerrar seu ciclo à frente da mesma. Na opinião dele, este processo será benéfico para a empresa, pois lhe dará maior lastro de capital. No balanço de sua gestão, Fernando Pinto destaca os resultados alcançados e que tiveram como âncora a estratégia de apostar nos mercados do Brasil e África, além de transformar Lisboa no hub da Tap. 



Já em relação ao mercado da aviação no Brasil, o dirigente vê com boas perspectivas a criação da Latam, bem como o consórcio entre Trip e Azul. Mesmo com o crescimento da Tam, Fernando Pinto, que em sua trajetória profissional esteve à frente da Rio-Sul e da Varig, antes de assumir a Tap, lamenta os prejuízos causados pela falência da antiga Varig e que, segundo ele, ainda refletem na perda de mercado do Brasil, principalmente no cenário internacional. Confira aqui sua entrevista.



M&E – O senhor completa em outubro 12 anos na presidência da Tap, uma empresa que enfrentava, na ocasião, sérios riscos de fechar suas portas. Que balanço faz de sua gestão e qual estratégia que levou a companhia a se recuperar?



Fernando Pinto – De fato encontrei a Tap numa situação bem crítica, mas tinha certeza de que com a estratégia comercial e de planejamento adequada poderíamos recuperar a empresa. E isso veio a acontecer. Considero que ao longo de todos esses anos tem sido um desafio importante. Entre os aspectos que merece destaque está a consolidação do hub de Lisboa e a estratégia de apostar em mercados como o Brasil e África. Para se ter uma ideia, apesar de continuarmos a ter o nosso foco principal na Europa, que responde por pelo menos 60% das nossas operações, temos atualmente 70 frequências semanais para a África e 74 para o Brasil, mostrando o quanto esses mercados foram importantes e comprovando, pelos resultados alcançados, que foi uma decisão acertada e que ajudou muito na recuperação da companhia, uma vez que permitiu a interligação destes dois continentes com os países europeus. 



M&E – O processo de privatização da Tap parece ser mesmo inevitável, a exemplo do que ocorreu com outras companhias. E o que acha de uma fusão com outra companhia? Como vê os benefícios deste processo que despertou até o interesse da Avianca Brasil?



Fernando Pinto – Acho que o processo de privatização será benéfico, pois é uma fonte de capitalização que pode certamente vir a fortalecer a companhia. Apesar de termos tido bons resultados, o nosso lastro de capital é ainda muito baixo e certamente a privatização da empresa poderá contribuir para fortalecer a Tap. O caminho deste processo ainda não está definido. Hoje em dia você vê modelos de fusão e esta também pode ser uma alternativa. Há muitas variáveis a se considerar. Soube que a Avianca Brasil fez uma sondagem, mas seria prematuro falar em interesse de compra, pois as regras ainda não foram definidas. O importante mesmo em tudo isso é que haja o maior número possível de interessados. Isso sim é importante, porque desse modo, a Tap poderá escolher o que for melhor para o futuro da companhia.



M&E – E por falar em futuro. O senhor, que está há mais de uma década à frente da Tap, teria interesse em continuar após o processo de privatização?



Fernando Pinto – Como eu disse, as regras não estão definidas. Mas mesmo assim o meu pensamento é deixar a presidência da Tap assim que o processo estiver consolidado. Creio que já dei minha contribuição. Quanto ao meu futuro eu também não decidi nada ainda. A única certeza é de que não tenho planos de continuar à frente da Tap.



M&E – A crise econômica certamente afeta diretamente a aviação comercial. Como a Tap vê a situação na Europa e quais os caminhos alternativos para não ser afetado pelo impacto desta crise?



Fernando Pinto – Não há como não deixar de ser afetado pela crise. Ela afeta todos os setores da economia, incluindo a aviação, tanto no mercado de lazer quanto negócios. Temos procurado acompanhar de perto o desenrolar dessa crise e acredito que possamos mesmo nesta turbulência manter nossas taxas de crescimento, com maior realismo, é claro, e sem euforia. Um dos fatores que me faz acreditar nisso é o preço do combustível de aviação que não foi tão afetado até agora. O importante é procurar ter uma estratégia apostando em mercados menos afetados como o próprio Brasil, sem abandonar nossas operações para os demais destinos.



M&E – E em relação ao Brasil, desde a crise e falência da antiga Varig que a aviação comercial ainda procura ocupar seus espaços. O senhor acredita que ainda pagamos um alto preço pelo modo como se deu o processo de interrupção dos voos da Varig?



Fernando Pinto – Eu diria que ainda não acabamos de pagar essa conta. Apesar de reconhecer o excelente trabalho realizado pela Tam na sua estratégia de expansão para o mercado internacional, é inevitável observar que o Brasil ainda não conseguiu retomar a posição de destaque que tinha no mercado internacional e nem restabelecer as rotas que a antiga Varig operava. O resultado de tudo isso é que o Brasil recebeu desde então menos turistas e perdeu em divisas. Não se pode querer restabelecer um mercado construído ao longo de quase sete décadas, de uma hora para outra. É um longo caminho e ainda pagamos pelos erros do passado. A própria Tap se aproveitou do mercado do Nordeste que estava praticamente esquecido para explorar suas rotas obtendo excelentes resultados.



M&E – Como o senhor vê o futuro da aviação comercial no Brasil, que apresenta um novo desenho com fusões e consórcios como a criação da Latam e, mais recentemente, da Azul com a Trip?



Fernando Pinto – Eu acho que esse é o processo natural das coisas. As empresas aéreas estão buscando alternativas para reduzir seus custos e ao mesmo tempo obter maior representatividade e também um número maior de operações. Acho que há espaço para isso ainda mais num país de grandes dimensões continentais. A própria aviação regional é um segmento que ainda tem muito para crescer e num futuro próximo pode ter perfeitamente voos com destino a países de fronteira. O Brasil mudou sua imagem no exterior e é visto como um país emergente. Os megaeventos como Copa e Olimpíadas exigem que se tenha também uma infraestrutura adequada e, neste quesito, entram a melhoria dos aeroportos com as concessões ao setor privado. É capital que entra para novos investimentos e quem ganha com tudo isso é o consumidor.



M&E – A entrada de novas companhias na Star Alliance, como a AviancaTaca e a Copa Airlines, significa uma nova tendência de mercado onde as empresas procuram ampliar seu leque de atuação?


Fernando Pinto – Certamente que sim. Afinal de contas, ganham as empresas que têm maior poder de operação e redução de custos e ganham também os passageiros que podem usar milhas compartilhadas e voos de conexão. Outras empresas já estão em processo de análise para ingressar na Star Alliance, que atualmente forma uma aliança com algumas das principais companhias aéreas mundiais."balho realizado pela Tam na sua es

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Leilão de sucata da Varig fica abaixo do preço mínimo e arrecada R$ 153 mil

Leilão de sucata da Varig fica abaixo do preço mínimo e arrecada R$ 153 mil
Do UOL, em São Paulo

O leilão de sucata de seis aviões da Varig arrecadou R$ 153 mil nesta quinta-feira (29), valor abaixo do esperado. A ideia era de ter lance mínimo de R$ 30 mil, valor de avaliação de cada aeronave, mas os lances começaram pela menor oferta, no valor de R$ 15 mil.

Dois aviões que estavam no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), foram os mais disputados e vendidos com os melhores preços: R$ 48 mil e R$ 44 mil.

Avião Boeing 707 da Varig. A Varig encerrou suas operações em 2006 Folhapress

Outras quatro aeronaves estavam no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio (RJ). Uma delas foi arrematada por R$ 16 mil e as outras três, por R$ 15 mil cada.

Uma sétima aeronave também deveria ter sido vendida, mas foi excluída da negociação no início do leilão.

Todos os aviões já têm laudo de perecimento da Agência Nacional de Avião Civil (ANAC), o que impede até mesmo o reaproveitamento das peças.

O leiloeiro Luiz Tenório de Paula explicou que as aeronaves que estão no Rio são menores e, por isso, não tiveram tantos interessados. Ele acredita que os compradores usarão as sucatas na indústria de metalurgia para produção de outros bens, em exposição ou para fins turísticos, usando o material como temas para eventos, bares e restaurantes.

O dinheiro arrecadado com o leilão da massa falida da Varig, Rio Sul e Nordeste Linhas Aéreas deve ser usado para pagar ex-funcionários que continuaram trabalhando depois da falência e fornecedores, além de credores com garantia real, como o Aerus Fundo Previdenciário.

O leilão é resultado do programa Espaço Livre - Aeroportos, da Corregedoria Nacional de Justiça, que busca remover dos aeroportos os aviões que estejam vinculados às massas falidas de empresas aéreas ou que tiverem sido apreendidos em processos criminais, principalmente por tráfico de drogas.

Segundo o presidente da comissão executiva do programa Espaço Livre e juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Marlos Melek, depois dos aviões da Varig no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, o próximo alvo será o aeroporto de Manaus.

(Com informações da agência CNJ)

domingo, 3 de junho de 2012



Acidente com o YS-11 Samurai - PP-CTG - Congonhas 1972

.

Flagrante do resultado do acidente sofrido pelo YS-11 Samurai da Cruzeiro do Sul, prefixo 
PP-CTG. 

"Accident description

Date: 18 OCT 1972 

Type: NAMC YS-11A-202
Operator: Cruzeiro do Sul
Registration: PP-CTG
C/n / msn: 2063
First flight: 1968
Crew: Fatalities: 0 / Occupants:
Passengers: Fatalities: 0 / Occupants:
Total: Fatalities: 0 / Occupants:
Airplane damage: Written off
Airplane fate: Written off (damaged beyond repair)
Location: São Paulo-Congonhas Airport, SP (CGH) (Brazil)
Phase: Landing (LDG)
Nature: Scheduled Passenger
Departure airport: ?
Destination airport: São Paulo-Congonhas Airport, SP (CGH/SBSP), Brazil
Narrative:
The YS-11 landed half way down the wet runway and overran. The aircraft struck a concrete 
sentry box and went down an embankment."

Na minha opinião deviem ter chamado esse avião de "Kamikase" e não de "Samurai". Imaginem o susto que passaram os passageiros. 
Loja da Varig em  São Paulo

O Globo
Quinta-feira, 31 de maio de 2012
Patrimônio da Varig à venda
Gestor judicial vai leiloar 29 imóveis da companhia. Há áreas no Rio, SP e Brasília
NEGÓCIOS & cia
Flávia Oliveira


• Parte do patrimônio imobiliário da Varig vai a leilão dia 28 de junho, no Rio. O gestor judicial Jaime Canha reuniu 29 dos mais de 130 imóveis pertencentes à companhia aérea, que teve a falência decretada em agosto de 2010. Será o primeiro leilão de imóveis da Varig. A seleção envolve áreas em 13 cidades brasileiras, incluindo capitais como Rio, São Paulo, BH, Brasília. Salvador, Recite e Fortaleza. Em São Paulo. há dois conjuntos de salas na Avenida Paulista avaliados em mais de R$ 7 milhões. Em Brasília. a companhia é dona de um terreno de quase R$ 5 milhões no Lago Sul. No Rio, há uma loja na Avenida N. Sra. de Copacabana, que vale R$ 2,5 milhões. Quatro leiloeiros (De Paula, Suas Barbosa. Rodrigo Porlella e Jonas Rymer) estão encarregados da oferta. Este ano, estão previstos mais dois leilões: um de bens móveis e carros, em agosto; outro de imóveis, entre outubro e novembro. O dinheiro apurado vai cobrir dívidas da empresa. A Varig deve mais R$ 18 bilhões a governos, bancos, fornecedores e funcionários. O caso está na 1ª Vara Empresarial do Rio, com o juiz Luiz Roberto Ayoub.


Lojas da Varig em BH vão a leilão
A S.A. Viação Aérea Rio Grandense — em Recuperação Judicial, nova denominação da Varig S.A., coloca em leilão contratos de locação de 14 imóveis localizados em Belo Horizonte (MG). Quem promove o leilão é o Instituto Nacional da Qualidade Judiciária (INQJ), através dos portais www.lej.org.br
e www.leilão.mj.gov.br. O fechamento do leilão será feito no dia 27 de agosto, com lances presenciais em São Paulo. Interessados de todo o País poderão se cadastrar pela Internet para poder dar os lances.
Os vencedores do leilão terão direito a alugar lojas localizadas em diversos pontos da Av. Afonso Pena. Além de Minas Gerais, outros imóveis também estão disponíveis em diversos estados brasileiros, como São Paulo, Paraná, Alagoas, Rio de Janeiro, Bahia, Amazonas, Rio Grande do Sul, Ceará e Distrito Federal. (Fonte: Assessoria de Imprensa)

domingo, 29 de abril de 2012

757 VARIG EM POA


O Boeing 757-256 (PT-VTT) da Varig, fotografado no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, RS. (Foto: Tsuyoshi Hayasaki / Cavok)
Boeing 757-256 (PT-VTT) que operou pela companhia aérea Varig, aqui fotografada a noite, no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
O fotógrafo e amigo Tsuyoshi Hayasaki fez o registro do 757 da Varig em setembro de 2005, quando a companhia aérea tinha em operação quatro aeronaves.
O primeiro Boeing 757 da VARIG começou a voar na Varig no dia 29 de setembro de 2004, na rota Buenos Aires/São Paulo/Lima. Já a segunda aeronave desse tipo – que chegou ao Rio de Janeiro mesmo período – iniciou as operações na rota Rio/São
Paulo/Caracas/Aruba a partir de 10 de outubro de 2004.
A VARIG foi a primeira empresa a ter este modelo da Boeing no Brasil. Com capacidade para 176 passageiros – 20 na Executiva e 156 na Econômica – o Boeing 757 substituiu o Boeing 737-800, de 154 assentos, na rota Buenos Aires/São Paulo/Lima.
Atualmente esse tipo de aeronave somente opera na companhia aérea brasileira de carga VarigLog, que possui 5 unidades em operação, com mais duas encomendadas, uma dessas que recentemente chegou ao Brasil.

sábado, 14 de abril de 2012

OS MD 80 NAS CORES DA CRUZEIRO


Durante os anos 60, surgiu um avião que se tornou bem comum entre os operadores, o Douglas DC9, em suas séries -10, -20, -30, -40, -50. Famoso na Europa e América do Norte, não chegou ao Brasil. Houve a intenção da VASP em ter DC9, antes mesmo de ter os 737, mas não se concretizou.
No final dos anos 70, surgiu o DC9 Super 80, que posteriormente se chamaria MD80 ou pela sua variante (MD81, MD82, MD83, MD87, MD88). Novamente o avião não compôs nenhuma frota nacional, até que em 1982, a McDonnel Douglas tinha alguns MD80 parados e ofereceu então uma unidade para testes na CRUZEIRO DO SUL e assim apareceu o PP-CJM, o primeiro MD da série a operar em terras nacionais.
O avião voou no Brasil entre Dezembro de 1982 até Março de 1983, com 155 assentos, conforto superior em alguns aspectos aos 737 e 727. Originalmente encomendado pela AEROMEXICO, o avião possuia a parte superior da fuselagem em metal polido, diferenciando-o do restante da frota da CRUZEIRO.
Na fase de adaptação do avião à frota, os brasileiros acabaram fazendo história no simulador nos Estados Unidos, pois os americanos avisavam com destaque de que uma pane introduzida no simulador faria um por um dos pilotos cairem durante os vôos de treinamento, porém os excelentes pilotos da CRUZEIRO, um por um, foram para suas sessões de teste sem passar por nenhum problema.
O avião ficou pronto, com pintura completa da CRUZEIRO (exceção da parte superior em metal polido). O único ponto negativo notado no avião era a pequena capacidade dos porões em razão da grande quantidade de passageiros. O MD82 da CRUZEIRO levava 155 paxs, contra 152 dos Boeing 727 Super 200 da VASP.
o PP-CJM começou a voar, operando principalmente a partir de Congonhas para rotas até Curitiba, Porto Alegre, Buenos Aires, Brasilia, Recife, Fortaleza, Belém e Manaus. Sua passagem na CRUZEIRO foi positiva, com raros atrasos ou problemas técnicos. Então o grupo decidiu comprar seis unidades para a frota da CRUZEIRO, mas uma variação brusca do câmbio abortou os planos. Com a devolução do PP-CJM, jamais um DC9/MD80 operou em favor de uma empresa Brasileira. Mas não deixou de ser uma figura comum em nossos aeroportos.
Na Argentina o MD80 foi e é, operado pela AEROLINEAS ARGENTINAS e AUSTRAL além de outros operadores charters como a DINAR, ANDES e LEAL (FlyAmerica). A Aerolineas atuou com o Mad Dog em vôos regulares e charters envolvendo Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Porto Seguro e Porto Alegre.
Coube à Dinar utilizar o avião massivamente de 1997 até 2002 quando do seu desaparecimento, principalmente em Florianópolis, Porto Seguro, Salvador, Maceió e Cabo Frio. A Dinar também utilizou o DC9 em suas variantes -34 e -41 nos seus vôos para FLN e Bahia. Os MD80 da Dinar eram oriundos de arrendamentos da AUSTRIAN AIRLINES, CROSSAIR e até AEROLLOYD.
A companhia adquiriu de forma fixa para sua frota 2 unidades, uma MD81 matriculada LV-WTY e outra MD82 matriculada LV-ZSU. Estes aviões foram bem presentes no país vizinho, onde é avião amado e idolatrado, com proximidade em fama e prestígio naquela republica tanto quanto o Boeing 737-200. Durante minha carreira, tive oportunidade de trabalhar enquanto agente e supervisor de aeroporto com os MD80 da Dinar e os DC9, eram aviões práticos para o handling pela sua altura em relação ao solo, a escada ventral, que dava uma dinâmica muito boa para os processos de embarque, principalmente em aeroportos desprovidos de pontes de embarque. Seus motores PW JT8-217 eram mais silenciosos que os 737-200 operando por aí, mas de barulho igualmente gostoso de se ouvir.
Quanto ao ímpar PP-CJM, segue o histórico de vida dele:
MSN 419419 LN 1086
Primeiro vôo em 16 de Setembro de 1982 registrado N1005V.

Operou na CRUZEIRO como PP-CJM entre 08DEZ1982 até 13MAR1983 quando foi devolvido para McDonnell Douglas e nesta ficou até 28DEZ1983 registrado N501MD quando foi arrendado como N505MD para a AEROMEXICO. Em 22DEZ1992 foi registrado como XA-SFM pela propria AEROMEXICO, trocou de matricula mais uma vez em 05MAI1995 e assim voou até ser estocado em Junho de 2006 e encaminhado para o desmanche.
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