MAGAZINE SOUJAR

terça-feira, 22 de setembro de 2009

PONTE AEREA


ELECTRA DA VARIG
BONS TEMPOS DA PONTE AEREA

PR VAN


PR VAN DECOLANDO PARA GIG
O QUE RESTOU DA PARTE SADIA DA VELHA VARIG, PROVAVELMENTE INDO EMBORA.

FOTO CNF AO VIVO

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Curiosidades


Na foto um Boeing 737-3M8 da Varig (PP-VQO) aguardando autorização para decolar no Aeroporto de Confins, MG.

Curiosidades


O primeiro Douglas DC-3 fabricado operou no Brasil pela Vasp, Loide Aéreo Nacional e Varig. Originalmente fabricado com a denominação Douglas DST (Douglas Sleeper Transport), essa aeronave foi redenominada DC-3, a primeira aeronave a receber essa denominação. Fabricada para a American Airlines em agosto de 1936 e matriculada NC16009, essa aeronave veio depois para a Vasp, onde foi PP-SQH, e depois para o Loide e para a Varig, onde operou com a matrícula PP-ANU. Teve sua cauda destruída pela hélice de um Curtiss C-46 em Congonhas, sendo a mesma substituída pela cauda de outro DC-3 destruído em um incêndio de hangar. Nessa restauração, a porta da aeronave, que originalmente ficava do lado direito, passou para o lado esquerdo. O PP-ANU foi preservado, e hoje se encontra em frente ao antigo Museu da Varig, no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Será transferido brevemente para a PUC/RS.

Curiosidades




O atual uniforme utilizado pelos pilotos de aeronaves foi inventado por Juan D. Trippe, o fundador da Pan Am, que se inspirou nos uniformes utilizados na marinha. Antes disso, os pilotos usavam simples macacões de voo.
A Varig empregou durante muito tempo apenas homens como comissários de voo. As primeiras comissárias da empresa foram contratadas em 1955, para tripular os Lockheed L-1049 Super Constellation, já que essas aeronaves tinham camas para os passageiros, e a empresa julgou que seria inconveniente que homens atendessem mulheres ou crianças que ocupassem essas camas durante os longos voos até a América do Norte.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

ESPECIAL: NORDESTE


- N O R D E S T E -

A Nordeste Linhas Aéreas iniciou suas operações em 1976, com uma frota formada por aviões Embraer EMB-110 Bandeirante. Na época seus acionistas eram a TransBrasil e o Governo do Estado da Bahia.

Em 1995 a empresa foi adquirida pela Rio Sul Linhas Aéreas, pertencente ao Grupo Varig, sendo mais um passo importante na sua trajetória de sucesso, ao realizar a aquisição da empresa. Hoje, a Nordeste administra um exército de mais de 500 funcionários, uma frota de 14 aeronaves e uma malha que atende vôos para mais 38 cidades distribuídas por 16 estados. São mais de 126 decolagens por dia. Números que fizeram a Nordeste destacar-se como uma das 25 maiores empresas da Bahia e figurar entre as 40 maiores empresas regionais do mundo.

No ano de 1999 a Nordeste teve um aumento de 26% nos seus custos. Nas rotas onde há baixa geração de recursos a companhia reestruturou sua atuação, e naquelas onde há mercado potencial, como Salvador e Recife, a Nordeste está melhorando seus serviços.

A companhia está enfrentando uma pequena guerra tarifária na região norte do Brasil, mais especificamente nas localidades mais distantes, onde outras empresas têm boa participação. Porém, para competir com as companhias da região norte, a Nordeste tem oferecido horários e freqüências diferenciadas, visando atender a necessidades de seus passageiros.

Em 1999 a empresa colocou em prática dois antigos planos. Inaugurou uma rota entre Salvador e Recife, com escalas em Aracaju e Maceió, além de um vôo sem escalas entre Salvador e Vitória. Em 2005 a Nordeste transportou 47.921 passageiros, em 826 horas e 513,634 quilômetros voados à média de 620 km/hora. A grave situação econômica do Grupo Varig, a partir de 2005, fez com que funcionários fossem demitidos e aeronaves devolvidas diminuindo muito a participação da companhia no cenário nacional.

Site da Nordeste: www.voenordeste.com.br

ESPECIAL: RIO SUL


R I O S U L -

A Rio Sul foi fundada em 1976, após a crise iniciada na década de 60 que resultou no encerramento das atividades de 52 companhias aéreas, que atendiam cerca de 360 cidades no Brasil. O setor de aviação comercial ficou, então, restrito à atuação de quatro grandes companhias aéreas, que serviam 40 cidades.

Na época, o Brasil passava pelo chamado "milagre econômico" e o Ministério da Aeronáutica decidiu dividir o país em cinco regiões - Norte, Nordeste, Central, São Paulo/Centro Oeste e Sul - e oferecer às companhias de táxi aéreo sua exploração comercial como empresas regionais. Os grupos interessados resolveram buscar apoio logístico e know-how nas grandes companhias nacionais. No Rio de Janeiro, a Top Táxi Aéreo associou-se à Varig dando origem à Rio Sul Linhas Aéreas, com uma frota inicial de quatro aviões Piper Navajo e um Bandeirante. O primeiro vôo da nova companhia foi realizado no dia 9 de setembro de 1976, na linha Porto Alegre/Rio Grande/Pelotas. O nome Rio Sul foi escolhido baseado na estreita relação da empresa carioca com o Rio Grande do Sul.

Durante dez anos, as companhias aéreas regionais enfrentaram sérios problemas econômicos. A situação só melhorou quando o Ministério da Aeronáutica permitiu que as empresas regionais explorassem linhas bem mais rentáveis entre aeroportos centrais de grandes cidades, tais como os aeroportos de Congonhas, Santos Dumont, Pampulha e Afonso Pena, em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba, respectivamente.



Boeing 737.500 (PP-SSK) da Rio Sul, no Galeão - Rio de Janeiro (RJ)


Em 1992, a Conferência Nacional de Aviação Civil extinguiu as áreas geográficas, criando o conceito de rotas nacionais e regionais e liberando todo o país para a operação das empresas regionais. Esta medida foi extremamente importante para a consolidação da Rio Sul - que na época já contava com frota e malha de linhas extensas - como uma das principais companhias aéreas do Brasil.

Durante muitos anos a companhia operou várias tipos de equipamentos, entre eles o Embraer EMB-110 e o Fokker F27 em rotas no centro-sul do país. Nos anos 90 a empresa conquistou o mercado regional do país e ampliou sua atuação nos aeroportos centrais

Em 1997 recebeu seu primeiro jato ERJ-145 batizado de "Jet Class". O equipamento substituiu os F50 que operavam nos trecho Rio/Belo Horizonte. Com a dificuldade de encontrar os modelos 737-500 para arrendar a Rio Sul iniciou suas operações em 2000 com os Boeing 737-300. Atualmente a empresa opera com os modelos Boeing 737-300, o 737-500 e o 737.700.

Com a crise de 1999 a empresa enfrentou uma situação difícil no início do ano, assim como as demais empresas do setor. As despesas tiveram um aumento de 30% com a mudança cambial. Os descontos dos bilhetes foram reduzidos de 52% para 12%. Em 2005 a Rio Sul transportou apenas 222.476 passageiros, em 3.349 horas e 1.969.703 quilômetros voados à média de 588 km/hora. A grave situação econômica do Grupo Varig, a partir de 2005, fez com que funcionários fossem demitidos e aeronaves devolvidas diminuindo muito a participação da companhia no cenário nacional.