VARIG de 787 Dreamliner?
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| Montagem de Breno Aviação |
Em meio a notícia da aquisição da Webjet, surge uma nota que a GOL estaria avaliando reativar de vez a marca Varig para relançar suas operações de longo curso. A informação foi veículada pela "Istoé Independente" na semana passada. De quebra, a GOL traria os modernos Boeing 787 para relançar as operações da Varig no exterior. Quem se lembra, alguns anos atrás havia fortes boatos no mercado que a GOL havia de fato reservado alguns slots de entrega do 787. Mais, a notícia veiculada na Istoé coincide com o cancelamento do pedido de 8 Dreamliners da Gulf Air anunciado na semana retrasada. Será que veremos o Dreamliner voando por alguma companhia aérea local? Melhor, nas cores da Varig? Só o tempo dirá..."
Segundo a Administração da GOL, a marca VARIG tem reconhecimento internacional e um bom valor de mercado e, por isso mesmo, seria mantida. A pretensão, entretanto, de utilizar a marca VARIG em voos internacionais foi descartada. A GOL irá utilizar sua própria marca e já comprovou isso iniciando as rotas para Miami e Nova Iorque, no 2º semestre de 2012, utilizando alguns Boeing 737.800 da própria empresa, modificados, com classe executiva e econômica. Os B-787 também não virão. A GOL optou por adquirir os novos Boeing 737 MAX 8 (que serão recebidos a partir de 2018) e manter a padronização da frota.

















































Quem acompanhou o noticiário nos últimos dias, especialmente a postura da GOL, que sozinha responde por quase metade do tráfego aéreo doméstico, é de se imaginar que a empresa resolveu desafiar o Governo.
Para entender o tamanho da gravidade da decisão de acabar com a WebJet, é preciso compreender o papel regulamentador que a empresa passou a ter no mercado aéreo brasileiro. O seu fim abriu a caixa de pandora dos preços altos que passam a ser irreversíveis se não houver por parte do Governo a capacidade de reagir.
O impacto no mercado doméstico é enorme, exatamente por não haver concorrência. O mesmo não ocorre no internacional, porque a presença de dezenas de empresas estrangeiras faz que as regras de mercado não sejam manipuladas.